Desesperado clamo, quem irá me escutar?
no canto escuro do meu quarto eu começo a chorar
e eu que era forte, hoje mudou minha sorte
a tristeza me invadiu e eu imploro pela morte
Estátuas de gesso não podem me ajudar
o demônio das sombras, minha alma quer tragar
meu coração dispara, tramas e traumas
eu preciso de um abrigo, eu preciso de um amigo.
O demônio ri da sua cara, mas isso vai mudar.
Nos quatro cantos da terra se ouve um vento impetuoso
vindo sobre todas as nações
trazendo a verdade nas suas asas
purificando e transformando os corações
Lidera Seu exército, pronto pra batalha
perfeito é Seu amor e o Seu plano não tem falha
faz nascer o sol e brilha a sua claridade
caminha a nossa frente o Senhor da eternidade.
Jeová! Seu nome é Jeová!
Ele é o nosso Senhor
guia e rege o mundo com o Seu amor
faz chover sobre os bons e os maus
temos paz em Seu Filho que nos salvou.
Os planos do homem se desfazem com o tempo
os seus desejos são como a fumaça
a vida do homem é como a flor que seca
apodrece na terra, nunca mais se levanta
Se o Sheol abrir a sua boca
inteiramente ele o tragará
sua memória cai no esquecimento
do pó ele veio e ao pó voltará
E não há nada que se possa fazer
a fome do Abismo ninguém pode deter
Apoliom está a sua procura
não louvam a Deus os que descem à sepultura
Qual o real valor da tua vida?
qual a tua esperança depois da partida?
as tuas riquezas? o teu trabalho?
os teus amigos? a tua família?
Tudo isso pode ser muito importante
mas não é motivo pra seguir adiante
os teus amores, as tuas conquistas
as tuas idéias e as tuas premissas
teu dinheiro, tuas obras, tuas promessas
tua intenção, tua crença, tua religião
Nada disso poderá te salvar
do lago de fogo que está a te esperar.
Eu sou a ressurreição e a vida
Quem crê em mim, ainda que morra, viverá
E todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente.
Crês isto?
Desperta, desperta óh tu que dormes
levanta dentre os mortos e Cristo te iluminará.
Eu sou a ressurreição e a vida
da morte eterna a única saída
aquele que vem a mim jamais o deixarei
salvarei sua alma, da cova o resgatarei.
Eu não tenho medo de você
eu te ofereço a outra face
todas as ofensas escrevi
sobre a areia e o mar levou.
Eu te perdôo por nunca me perdoar
Por achar que é o melhor e sempre me humilhar
Eu te perdôo por não me estender a mão
Não matar a minha sede e não dividir o pão
Eu te perdôo pela religiosidade
Vive sempre a me julgar, se acha dono da verdade
Eu te perdôo pela vida de aparências
Pelas regras, por me impor sua vontade
Eu te perdôo por sempre me ignorar
Vira o rosto quando eu passo, paga o bem com o mal
Eu te perdôo pela promessa não cumprida
Pela língua mentirosa, pelo trato desigual
Eu te perdôo pela incredulidade
Sua resposta negativa, sua desonestidade
A sujeira debaixo do tapete
O suborno, a propina e a infidelidade
Por pegar emprestado e não devolver
Por me magoar e nem perceber
Por comprar e não pagar
Por jurar e depois se esquecer
Eu te perdôo pela falta de amizade
Suas piadas de mal gosto, sua insensibilidade
Eu te perdôo por quebrar o contrato
Por agir de má-fé, por todos seus atos.
Eu não tenho medo de você
eu te ofereço a outra face
todas as ofensas escrevi
sobre a areia e o mar levou.
Eu te perdôo pela sua arrogância
por agir sem pensar, pela sua ignorância
por achar-se o dono do mundo
por quebrar as leis, pela sua petulância
Eu te perdôo por furtar, roubar e matar
vive sempre a blasfemar, estátuas adora
eu te perdôo pela guerra
o sangue derramado sobre a face da terra
Por duvidar da minha palavra
por matar os meus sonhos, por fugir da batalha
eu te perdôo por zombar da minha arte
por não fazer sua parte, por todas as suas falhas
Eu te perdôo pela sua idolatria
por um monte de heresias, por amar a mentira
te perdôo pela falta de fé
por agir como Tomé e por não ver a saída.
Eu não tenho medo de você
eu te ofereço a outra face
todas as ofensas escrevi
sobre a areia e o mar levou.
Porque, se perdoarem as ofensas dos outros contra vocês,
o Pai que está no céu também perdoará vocês.
Mas se não perdoarem aos outros,
o Pai também não perdoará as ofensas de vocês. (Mateus 6:14-15)
Letra: Extraída da Bíblia Sagrada (Ezequiel 28:12-19)
Sétima trombeta tocada
A morte anunciada
O Dia do Senhor chegou
É a hora da virada
Os homens rangem seus dentes de dor
Procurando a todo custo
Escapar do exterminador
O sol e seu calor
Estrelas caem do firmamento
Se ouve o lamento
A fumaça do tormento
A foice aguda e a seara madura
Os montes e ilhas se retiram
E o céu se enrola como livro
Diante daquele que vêm para julgar
Vêm para julgar , vêm para julgar
(nesse dia nada vai sobrar)
É o Dia do Senhor...
O Dia do Senhor é como a fornalha
Os homens maus queimarão como a palha
Eis que vêm como ladrão
Esmagando a prostituta, a besta e o dragão
A condenação traz em Sua mão
É o dia da nuvem e da escuridão
Lamentação é o que se ouvirá
De um lado e do outro o choro haverá
Mas para aqueles que forem fiéis
Eis que esse Dia consolo trará.